Com essa história toda de 50 anos de carreira do Rei Roberto Carlos, volta à tona a idéia de romantismo, de amores quase irreais, da força das paixões... E eu me pergunto: Hoje em dia, onde estará o amor?
A liquidez dos sentimentos hoje sentidos produz relacionamentos inconstantes, onde a troca de parceiro é efetivada sem a menor cerimônia. O que era eterno ontem, hoje já não o é. A falta de compromisso, o medo ou desinteresse em envolver-se cria novas espécies de relacionamentos fast-foods que terminam quando acaba todo o fogo da paixão ou até mesmo antes disso.
Não há mais aquela paquera gostosa, o receio de estar sendo inconviniente, o romantismo tão celebrado pelo Rei.
As coisas viraram mais práticas. O beijo está banalizado, as pessoas vulgarizadas, o sexo não é mais algo especial. É a sociedade do prazer pelo prazer.
A palavra pudor nem é mais citada, e periga cair em desuso.
E eu? O que eu acho de tudo isso?
Vejo-me como uma das últimas românticas.
Gosto do friozinho que dá na barriga no primeiro encontro, de andar de mãos dadas, ir ao cinema de casalzinho, namorar no sofá da sala...
Quanto ao amor, creio que ele só é construído depois que todo alvoroço febril das paixões se esvai, ficando somente o que é valioso e válido; e no caso de não sobrar nada, resta a experiência vivida que sempre deve ser tida como aprendizado para o futuro.
Não quero ser quadrada ou anti-moderna, apenas almejo algo melhor para mim. Algo que supere minhas virtudes e defeitos, e que me faça ser humano por completo, capaz de sentir e amar plenamente, e usufruir de toda essa situação. Enfim, quero poder olhar pra taz e dizer que valeu a pena porque não tive medo de me entregar, não tive medo de viver. Eu vivi.
Pra terminar... Musiquinha do Rei né?
A liquidez dos sentimentos hoje sentidos produz relacionamentos inconstantes, onde a troca de parceiro é efetivada sem a menor cerimônia. O que era eterno ontem, hoje já não o é. A falta de compromisso, o medo ou desinteresse em envolver-se cria novas espécies de relacionamentos fast-foods que terminam quando acaba todo o fogo da paixão ou até mesmo antes disso.
Não há mais aquela paquera gostosa, o receio de estar sendo inconviniente, o romantismo tão celebrado pelo Rei.
As coisas viraram mais práticas. O beijo está banalizado, as pessoas vulgarizadas, o sexo não é mais algo especial. É a sociedade do prazer pelo prazer.
A palavra pudor nem é mais citada, e periga cair em desuso.
E eu? O que eu acho de tudo isso?
Vejo-me como uma das últimas românticas.
Gosto do friozinho que dá na barriga no primeiro encontro, de andar de mãos dadas, ir ao cinema de casalzinho, namorar no sofá da sala...
Quanto ao amor, creio que ele só é construído depois que todo alvoroço febril das paixões se esvai, ficando somente o que é valioso e válido; e no caso de não sobrar nada, resta a experiência vivida que sempre deve ser tida como aprendizado para o futuro.
Não quero ser quadrada ou anti-moderna, apenas almejo algo melhor para mim. Algo que supere minhas virtudes e defeitos, e que me faça ser humano por completo, capaz de sentir e amar plenamente, e usufruir de toda essa situação. Enfim, quero poder olhar pra taz e dizer que valeu a pena porque não tive medo de me entregar, não tive medo de viver. Eu vivi.
Pra terminar... Musiquinha do Rei né?

Olá, Ivana! Permite mais um comentário sobre suas palavras? É impressionante como elas conseguem atingir o fundo da alma, como nos fazem refletir sobre nossos erros do dia a dia, e até mesmo como podem nos tornar pessoas melhores. Acho que vou acabar virando fã dos seus textos viu! Ao menos, saio da lan house nessa noite movimentada aqui em Salvador um pouco mais leve, para superar as dificuldades de mais um dia de trabalho amanhã. Obrigado!
ResponderExcluirPara tudo! Salvador? Sou completamente apaixonada por essa cidade... Ai que inveja de você... Queria tá agora correndo pela orla ... POrto da Barra... aiaiaiaiai! Mas estou no trabalho!E virar fã dos meus textos? ahuahuahuhuah... Eu sou muito melancólica! Sem conmtar que esse texto mesmo tá cheio de errinhos... mas enfim, obrigada pelo carinho! Beijoss e vou combinar com Isabela pra ir a Salvador!
ResponderExcluirHum...vejamos! Creio que posso quebrar um pouco a formalidade dos meus comentários, neh? eheheh Esse seu poder de ponderar as palavras, ora sendo racional, ora emocional..ora formal, ora informal, é certamente surreal...até que rimou! kkkkk. Mas olhe: Quando esteve em Salvador pela última vez? Não me recordo da derradeira vez que caminhar ou correr pela orla era um mar de tranquilidade. Hoje em dia, não se pode dar bobeira aqui em "Soterópolis", a violência não deixa! Eu prefiro as praias mais distantes, como Praia do Flamengo (tinha que ser neh? kkk) e a praia de Vilas, às vezes lá pela praia de Guarajuba e praia do Forte. Hum, vi que você gosta de neologismos: inspirado pelo "segundamente", lembrei-me que me chamaram uma vez aqui de "paraibaiano". É mole? O povo daqui é legal, mas não troco minha terrinha nemmmm por uma baía inteira de todos os santos! Quanto a vir a Salvador, é só combinar com a maninha aí, ela já veio uma vez, mas veio num dia e voltou no outro, só pra fazer um concurso. A casa é pequena, mas estará de portas abertas! Beijos!
ResponderExcluirFui ai faz uns 10 anos! Tempo né? Mas pensando seriamente em dar uma passadinha por ai no verão. Terei férias em fevereiro ai vou me organizar pra dar uma viajada. Tenho amigos e família por aí! E você vai vir quando a Jampa City?
ResponderExcluir10 anos é uma vida inteira!!! Salvador mudou muito!! Algumas coisas pra melhor, outras para pior! Fevereiro é uma época boa para vir aqui...Carnaval, verão etc...Se vc tem família e amigos, então estará em casa! Mas precisando de algo por aqui, estamos às ordens! Quanto à Johnny People...pudera eu estar por aí todos os meses! Mas dia 10 de Outubro estarei por aí, pra o casamento de uma amiga minha da época de faculdade. Só serão 3 dias, ninguém merece! :( Bjos e até o próximo comentário!
ResponderExcluir