Textinhos que sempre fala muito a mim:
"Algumas vezes eu fiz muito mal para pessoas que me amaram. Não é paranóia não. É verdade. Sou tão talvez neuroticamente individualista que, quando acontece de alguém parecer aos meus olhos uma ameaça a essa individualidade, fico imediatamente cheio de espinhos - e corto relacionamentos com a maior frieza, às vezes firo, sou agressivo e tal. É preciso acabar com esse medo de ser tocado lá no fundo. Ou é preciso que alguém me toque profundamente para acabar com isso."
"...você cresceu em mim de um jeito completamente insuspeitado, assim como se você fosse apenas uma semente e eu plantasse você esperando ver uma plantinha qualquer, pequena, rala, uma avenca, talvez samambaia, no máximo uma roseira, é, não estou sendo agressivo não, esperava de você apenas coisas assim, avenca, samambaia, roseira, mas nunca, em nenhum momento essa coisa enorme que me obrigou a abrir todas as janelas, e depois as portas, e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que você crescesse livremente"
"Não sei, até hoje não sei se o príncipe era um deles. Eu não podia saber, ele não falava. E, depois, ele não veio mais. eu dava um cavalo branco para ele, uma espada, dava um castelo e bruxas para ele matar, dava todas essas coisas e mais as que ele pedisse, fazia com a areia, com o sal, com as folhas dos coqueiros, com as cascas dos cocos, até com a minha carne eu construía um cavalo branco para aquele príncipe. mas ele não queria, acho que ele não queria, e eu não tive tempo de dizer que quando a gente precisa que alguém fique a gente constrói qualquer coisa, até um castelo."
"Não, não ofereço perigo algum: sou quieta como folha de outono esquecida entre as páginas de um livro, sou definida e clara como o jarro com a bacia de ágata no canto do quarto - se tomada com cuidado, verto água límpida sobre as mãos para que se possa refrescar o rosto mas, se tocada por dedos bruscos num segundo me estilhaço em cacos, me esfarelo em poeira dourada."
"Algumas vezes eu fiz muito mal para pessoas que me amaram. Não é paranóia não. É verdade. Sou tão talvez neuroticamente individualista que, quando acontece de alguém parecer aos meus olhos uma ameaça a essa individualidade, fico imediatamente cheio de espinhos - e corto relacionamentos com a maior frieza, às vezes firo, sou agressivo e tal. É preciso acabar com esse medo de ser tocado lá no fundo. Ou é preciso que alguém me toque profundamente para acabar com isso."
"...você cresceu em mim de um jeito completamente insuspeitado, assim como se você fosse apenas uma semente e eu plantasse você esperando ver uma plantinha qualquer, pequena, rala, uma avenca, talvez samambaia, no máximo uma roseira, é, não estou sendo agressivo não, esperava de você apenas coisas assim, avenca, samambaia, roseira, mas nunca, em nenhum momento essa coisa enorme que me obrigou a abrir todas as janelas, e depois as portas, e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que você crescesse livremente"
"Não sei, até hoje não sei se o príncipe era um deles. Eu não podia saber, ele não falava. E, depois, ele não veio mais. eu dava um cavalo branco para ele, uma espada, dava um castelo e bruxas para ele matar, dava todas essas coisas e mais as que ele pedisse, fazia com a areia, com o sal, com as folhas dos coqueiros, com as cascas dos cocos, até com a minha carne eu construía um cavalo branco para aquele príncipe. mas ele não queria, acho que ele não queria, e eu não tive tempo de dizer que quando a gente precisa que alguém fique a gente constrói qualquer coisa, até um castelo."
"Não, não ofereço perigo algum: sou quieta como folha de outono esquecida entre as páginas de um livro, sou definida e clara como o jarro com a bacia de ágata no canto do quarto - se tomada com cuidado, verto água límpida sobre as mãos para que se possa refrescar o rosto mas, se tocada por dedos bruscos num segundo me estilhaço em cacos, me esfarelo em poeira dourada."

"...e um certo dia, um sapinho infeliz, como quem não quer nada, tocou profundamente a alma de uma abelinha, que repousava no seu mundo, sem perspectivas no amor. A frieza da abelhinha virou uma profunda admiração pelo sapo, que conseguiu invadir sua colméia com um coração enorme, e deixou crescer livremente um sentimento saudável...e aos poucos, o sapo foi virando um príncipe feliz, que junto com a abelhinha iniciou a construção de uma bela história, recheada de castelos, espadas, cavalos e tudo mais que fosse necessário para edificar essa cumplicidade. E o príncipe, outrora sapo, tratava a abelhinha como se fosse um raro cristal, a fim de que seu brilho ficasse cada dia mais cintilante e trouxesse uma paz sem igual, para que pudessem ser felizes para sempre!"
ResponderExcluirDos textos preferidos o seu está no topo da lista! Te admiro demais... tanto pelo que você escreve quanto pelo que você é. Cada dia com você é inesquecível. Seremos felizes pra sempre... Beijos enormes;*
ResponderExcluirSeremos sim...vc é uma abelha que fabrica um saboroso mel, que veio para adoçar a minha vida! ;)
ResponderExcluirOwwwwwwwwww... e vc é o pinxo que faltava em meu castelo..."quando a gente precisa que alguém fique a gente constrói qualquer coisa, até um castelo." Já construi o nosso viu? ;*
ResponderExcluirNão precisava de um castelo...bastava uma cabaninha, no meio do nada, pra eu ser feliz juntinho com vc, sem mais nada no mundo! ;)
ResponderExcluirOoowww é p me deixar mais apaixonada é? Pq se for para isso você já esta conseguindo ;)
ResponderExcluir"Os fins justificam os meios"...não apenas vc apaixonada, mas nós apaixonados! ;)
ResponderExcluirTe amo!
ResponderExcluirInfinitamo!!!
ResponderExcluir